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Casagrande cobra sua parte no ajuste fiscal do ES

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Foto: Agência Congresso

Ex-governador Casagrande comentou balanço apresentado pelo governador Hartung

Casagrande cobra sua parte no ajuste fiscal do ES

“Ex-governador Casagrande comentou balanço apresentado pelo governador Hartung que omite sua participação no ajuste fiscal do ES” Não se operou nenhum milagre. É resultado da cultura de responsabilidade”. Segundo matéria publicada no site da Agência Congresso, de Brasília: Em nota à imprensa sobre o balanço de governo apresentado no dia 27 de janeiro pelo governador Paulo Hartung (PMDB), o ex-governador Renato Casagrande (PSB) saiu em defesa de sua gestão.

Hartung apresentou a imprensa os principais resultados do segundo ano de trabalho à frente da gestão do Estado.

Em coletiva ressaltou que, ao final do período, e com a manutenção de um forte ajuste fiscal nas contas estaduais, o Governo do Estado fecha o exercício financeiro de 2016 com um saldo livre de, aproximadamente, R$ 40 milhões em caixa.

O governador informou ainda que, somente neste ano, o Estado reduziu o custeio da máquina em 8%. Casagrande cobra sua parcela de responsabilidade no ajuste fiscal:

Nota à imprensa

Em balanço realizado hoje o governador voltou a atacar a minha gestão, por diversas vezes e em diferentes assuntos. Chegou ao cúmulo de dizer que “ainda bem que ele voltou para reorganizar as contas”, em um gesto de arrogância e desrespeito com a população capixaba. O Espírito Santo está em situação confortável, não porque se operou um “milagre” ao sanear contas públicas em um ano de gestão, mas porque o Estado criou uma cultura de responsabilidade fiscal e, consequentemente, vem se mantendo equilibrado, permitindo que tenha fôlego para atravessar períodos turbulentos como o que estamos vivendo no Brasil.

A herança deixada pela administração que liderei até 2014 foi extremamente responsável e permitiu que o Estado estivesse em melhor situação que a maioria dos estados e municípios brasileiros. O déficit registrado em 2013 e 2014 não significou doença fiscal, porque acumulamos recursos suficientes e liquidamos todas as despesas no exercício, mesma prática adotada por ele nos exercícios de 2009 e 2010, cujo déficit acumulado somou mais de R$ 1bilhão. Revertemos logo no primeiro ano o déficit orçamentário e primário mantendo os investimentos em níveis elevados, os maiores da história do ES.

Não existem milagres em finanças públicas, nem mágicas. O Espírito Santo deve sim ser luz para o Brasil, mas pela capacidade de trabalho do seu povo, pela capacidade empreendedora de seus empresários, pelo progresso aqui experimentado e pelo olhar social aos menos favorecidos que imprimimos como marca de governo desde 2011.

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