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Lorenge e a retomada do mercado imobiliário

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Padrao Lorenge no Villaggio Limoeiro no município da Serra – Foto: divulgação
Com receita operacional de R$ 280 milhões e mais de 17 mil unidades construídas, a Lorenge se prepara para entregar seis empreendimentos em 2018

Por Flávia Fernandes

Empresa líder no setor da construção civil no estado do Espírito Santo – classificada como a 40ª maior indústria do Estado pela 21ª edição do Anuário IEL 200 Maiores e Melhores Empresas do ES, a Lorenge começa 2018 com novas conquistas e se organiza para um moderno período de realizações. Ao concluir o planejamento estratégico deste ano, foi possível projetar crescimento de 35% sobre os resultados de 2017. Os números são alavancados pelo volume de obras a serem concluídas neste período.

Seis empreendimentos serão entregues em 2018: Unique Residence em Vitória); Bella Augusta em Cariacica; Port Soleil em Guarapari); Manhattan Residence em Cachoeiro de Itapemirim; Spazio Nogueira da Gama em Linhares) e Spazio Wandenkolk em Campos no estado Rio de Janeiro.

Superação

O empresário José Elcio Lorenzon, presidente da Lorenge – Foto: TV Vitória

De acordo com o empresário José Elcio Lorenzon. O ano de 2017 foi um período de grande superação para os acionistas da Lorenge. “Vivemos as reais dificuldades de administrar o caixa da empresa” afirmam os acionistas. Mesmo a empresa possuindo bons ativos compondo o seu patrimônio, em momento de crise é muito difícil liquidá-los para fortalecer o caixa. Administrar o fluxo de caixa nessas horas é como “matar dois leões por dia”.  Conhecida pela solidez e saúde financeira, assim como pela inovação,  a diretoria executiva aderiu aos mais rigorosos recursos de redução de despesas e criteriosas aplicações de recursos visando avançar na finalização das obras. Não faltou dedicação para administrar caso a caso, cada cliente que teve reprogramada a data da entrega da sua obra. As boas relações entre a Lorenge e os clientes resultaram em superação e confiança nos negócios.

Nos projetos Recall de Marcas e Marcas de Valor, a construtora mantém-se em primeiro lugar, mostrando a força da sua marca e sua contribuição no desenvolvimento social e econômico do estado.

Com mais de 17 mil unidades construídas nesses 38 anos, os acionistas veem na governança corporativa e no compliance as ferramentas básicas para a perpetuidade e boas práticas de sucessão.

No seu modelo de governança, baseado nas normas do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), o Conselho de Administração e a Diretoria Executiva têm papéis distintos, porém complementares, garantindo sempre a integridade das informações.

A empresa projeta seus resultados e os publica trimestralmente no site da Lorenge a partir de pareceres auditados por empresas de renome internacional – Deloite e Baker Tilly do Brasill – tudo visando garantir transparência e confiança dos stakeholders.

Novos projetos

Para continuar a caminhada, uma das alternativas foi a adoção de um moderno modelo de negócios, em parceria com a Apex Partners, que viabilizou o lançamento do Spazio Moreira Lima ao final do ano passado.

Em fevereiro, a Lorenge faz mais dois lançamentos em parceria com a Apex: o Facilità Bento Ferreira, na nova Leitão da Silva, e também duas novas tipologias do Facilità Camburi, em Jardim Camburi. Para o segundo semestre outro lançamento está nos planos da empresa para ser realizado no norte do estado.

A Apex Partners atua como uma estruturadora de investimentos com o papel de captar investidores, auditar as atividades de incorporação, construção e vendas e ainda prestar conta aos investidores.

Cenário favorável

O Índice de Confiança da Construção (ICST) do país registrou alta de 2,0 pontos em dezembro, para 81,1 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). “Acreditamos muito em um cenário de melhoria para 2018. O mercado imobiliário tem sua pujança assegurada especialmente pela baixa da taxa de juros. É consenso geral que o pior já passou”, avalia.

Neste ano, segundo dados da Findes, a expectativa de crescimento da indústria da construção civil gira em torno de 3,7%, nível considerado robusto e substancial. Vários fatores econômicos sustentam as apostas de crescimento do mercado imobiliário como o crescimento do PIB, a inflação abaixo da meta, a taxa Selic historicamente baixa e a taxa de câmbio estável.

A Bolsa de Valores vem apresentando pontuações animadoras. Houve queda no desemprego e o crescimento econômico tem sido melhor distribuído entre os diferentes setores da economia. A recuperação de investimentos, do crédito e a redução da capacidade ociosa da indústria são outros fatores de otimismo.

Com a perspectiva de um cenário econômico favorável, os clientes passam a olhar os imóveis não somente como um patrimônio importante, mas também como um bom mecanismo de poupança e de investimento.

É com essa expectativa que a Lorenge inicia 2018. Calçada em fundamentos sólidos para voltar a crescer.

Curiosidades e números: 1ª sede: Maruípe – casa do Sr.Vicente Lorenzon – 1980, 1ª casa construída: Jardim Camburi – 1981, 1º prédio construído: Jardim da Penha – 1983, Criação da “Lorenge S.A. Participações” – 2008, Expansão para interior do ES – 2011, Participação em Shopping Centers – 2011 (Serra e Linhares), Lançamento do 1º hotel da Lorenge – 2011, 1º empreendimento do ES com Certificação LEED da Green Building Council – 2013, 1º terreno adquirido fora do ES – 2013, Implementação do Rebranding – 2014, Clientes atendidos desde 1980: 17 mil clientes, Presente em 9 municípios do Espírito Santo e Rio de Janeiro.

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