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Onda de violência atinge o Espírito Santo após greve

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Foto: Agência Congresso

“Onda de violência atinge o Espírito Santo após greve da PM”

A Agência Congresso, de Brasília (DF), publicou em seu site: – A onda de violência e medo que tomou conta do Espírito Santo desde a madrugada de sábado por causa de um protesto de familiares que impedem a saída de viaturas e policiais militares dos quartéis fez com que o governador em exercício do Espírito Santo, César Colnago, solicitasse ao presidente Michel Temer o envio de tropas federais para fazer a segurança nas ruas.

A falta de policiamento levou a prefeitura de Vitória a suspender o início do ano letivo nesta segunda-feira na rede municipal e também determinou o fechamento de todas as unidades de saúde.

Escolas e faculdades particulares também anunciaram a suspensão das aulas. O Ministério Público do Espírito Santo e o Tribunal de Justiça também suspenderam o expediente como medida preventiva até que a situação na segurança pública retorne à normalidade.

A Federação de Futebol do Espírito Santo suspendeu os jogos da Série A do Campeonato Capixaba 2017.

Três ônibus foram incendiados e um posto da PM foi queimado nas últimas horas.

Houve arrastões e arrombamento de várias lojas no comércio de rua e também em shoppings.

A crise na segurança levou a troca do comando geral da PM, e ainda não há um balanço oficial com dados da violência. O secretário de segurança pública, André Garcia, disse que aumentaram os casos de violência, principalmente o número de homicídios.

“Enquanto não tivermos policiamento nas ruas para atender aos chamados dos capixabas, está determinada a suspensão de qualquer tratativa e negociação com representantes do movimento. Nossa intenção é negociar, sempre, porém essa negociação deve se pautar pelo respeito mútuo, e a condição para que os policiais venham patrulhar as ruas e atender as chamadas dos cidadãos capixabas”, disse o secretário estadual de Segurança Pública, André Garcia.

As manifestações de parentes dos agentes de segurança acontecem em toda a Região Metropolitana de Vitória, Guarapari, Linhares e Aracruz, Colatina e Piúma.

Além de reajuste salarial, os familiares pedem o pagamento de auxílio-alimentação, periculosidade, insalubridade e adicional noturno, além de reclamarem do sucateamento da frota e da falta de pedem o pagamento de auxílio-alimentação, periculosidade, insalubridade e adicional noturno, além de reclamarem do sucateamento da frota e da falta de perspectiva dos agentes.

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