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Anestesia sem agulha é nova aposta dos consultórios dentários

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Anestesia sem agulha na odontologia

Por Breno Áreas

Reduzir o incômodo e a dor da anestesia pode ser o primeiro passo para que os dentistas ganhem mais simpatizantes. Com medo da picada da agulha inevitável em procedimentos mais complexos, muitos correm da cadeira do profissional a todo custo. Mas para os mais receosos, o medo da agulha finalmente acabou. Chegou aos melhores consultórios do Estado um método de anestesia sem agulha.

De acordo com a ortodontista e especialista em estética orofacial, Dra. Elisa Alonso, o procedimento é indolor, proporciona mais conforto, age com mais rapidez do que os métodos tradicionais e é o único liberado pela Anvisa. “Com a anestesia sem agulha os anestésicos são administrados sob pressão dosada, praticamente indolor, preservando o tecido e evitando os pequenos caroços na pele quando injeções são repetidamente realizadas no mesmo local. A única coisa que o paciente percebe é o som do aparelho funcionando. Além disso, a anestesia sem agulha funciona de forma totalmente eficaz dentro de poucos segundos após aplicada”, explica.

A anestesia sem agulha pode ser utilizada em pessoas de qualquer idade, mas é especialmente indicada para crianças e pacientes com fobia ou medo de dentista, reduzindo o estresse associado ao tratamento.

Como Funciona?

A substância anestésica é injetada na pele por pressão, sem o uso de agulha, em um micro orifício de 0,15mm. A partir daí o jato do anestésico é pulverizado de forma uniforme no tecido, dispersando a substância na região e evitando danos aos vasos sanguíneos e fibras. O novo procedimento pode ser usado ainda em períodos de dispersão consideravelmente mais curtos e doses substancialmente mais baixas, economizando tempo e tornando a implementação mais econômica. “Como resultado da dose mais baixa, o risco de efeitos secundários é ainda mais reduzido”, completa a Dra. Elisa Alonso.

Benefícios:

  • a difusão e absorção do anestésico é mais rápida;
  • o bloqueio da dor é mais eficiente;
  • a dormência do tecido tem duração menor, sendo especialmente indicada para procedimentos mais rápidos;
  • a dose de anestésico utilizada é menor, oferecendo o efeito desejado com mais segurança;
  • a técnica é minimamente invasiva, com tecnologia aprovada pela Anvisa;
  • previne complicações do uso incorreto da anestesia com agulha (como infecções bacterianas).
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